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Na semana passada o G1 cravou que é #FAKE a notícia que diz que fumar maconha torna pessoa imune ao novo coronavírus, mas novas notícias continuam aparecendo sobre um possível tratamento para o coronavirus com maconha e nós fomos pesquisar baseado nas novas notícias se há chances da cannabis ajudar no tratamento do COVID-19.

Como assim?
Nas primeiras semanas que o coronavirus ganhou destaque nos jornais mundiais também começou a viralizar nas redes sociais uma suposta notícia que informa que pesquisadores americanos estavam estudando o potencial da maconha a ser usada para prevenir infecções por coronavírus, essa notícia teve grande impacto em todo o mundo, mesmo sendo uma mentira – que foi desmentida pelo #fato ou #fake da Globo.

Naquelas semanas aqui no Brasil, a ABRACE chegou a doar microdoses de CBD para profissionais de saúde para tentar ajudar a prevenir infecções por coronavírus. Só que agora um pesquisador da Universidade de Lethbridge, em Calgary, analisou mais de 400 cepas de maconha e conseguiu determinar que pelo menos uma dúzia pode oferecer potencial como parte dos tratamentos para impedir que o coronavírus infecte um hospedeiro.

Segundo o pesquisador, as cepas efetivas conseguiram, em alguns casos, reduzir os receptores de vírus, o que reduz a chance de um indivíduo pegar o coronavírus.

“Alguns deles reduziram o número desses receptores em 73%, a chance de entrada é muito menor”, disse o Dr. Igor Kovalchuk ao Calgary Herald. “Se eles podem reduzir o número de receptores, há muito menos chances de serem infectados”.

Kovalchuk disse que muito mais pesquisas serão necessárias antes que eles entendam com precisão se CBD, THC ou alguma combinação de ingredientes está causando a redução de receptores.

Ele acrescentou que os pesquisadores provavelmente se concentrarão em entender como as cepas de CBD alto funcionam, já que o CBD tem propriedades anti-inflamatórias e pode ser tomado com frequência e em alta concentração, sem o risco de chapar o paciente ou prejudicá-lo para embassar se maconha e coronavirus podem ter alguma relação ou não.

No entanto o estudo é super preliminar, e não foi revisado por toda a academia científica local, concentrou-se em impedir o coronavírus de encontrar um hospedeiro nos pulmões, intestinos e boca. Se mais pesquisas forem proveitosas, Kovalchuk disse que lavagens medicinais na boca, gargarejos, cápsulas de gel ou inalantes podem ser potencialmente usados ​​para ajudar a reduzir o risco de infecção.

“Os extratos de nossas mais inovadoras e bem-sucedidas linhas de CBD C sativa, pendentes de investigação adicional, podem se tornar um complemento útil e seguro para o tratamento do Covid-19 como terapia adjuvante”, disse ele. “Dada a atual situação epidemiológica terrível e em rápida evolução, todas as oportunidades e avenidas terapêuticas possíveis devem ser consideradas”.

Apesar dos resultados promissores iniciais, os pesquisadores não conseguiram garantir financiamento para começar a realizar ensaios clínicos.

“Temos médicos dispostos a trabalhar conosco, mas para muitas empresas do ramo de cannabis, é um dinheiro significativo que elas não podem pagar”, disse Kovalchuk. “Nosso trabalho pode ter uma influência enorme – não existem muitos medicamentos com potencial para reduzir a infecção em 70 a 80%”.

Além do estudo canadense, um grupo de pesquisadores israelenses também iniciou testes clínicos para testar se o CBD pode ser usado como uma maneira de reparar células danificadas pelo Covid-19.

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